fim dos Jogos
Quando se gosta que o outro desapareça, porque só assim existe. Quando o mar é forte como os homens, quando se faz força com a barriga para segurar as guitarras.
Quando os outros dizem não desistas, tu és grande. As paredes que se encontram só te porão no ar, as aranhas que chegarem não trarão mais que a sorte. Serás o Ziggy dos tempos que correm, levarás tudo mais longe que as consequências.
Estás velho para escolhas, já só esperas as canções. A solidão chegou a cavalgar como um eléctrico à chuva, a levantar a água e o vento, com raios e relâmpagos de luz, com néons coloridos por todos os lados. A avisar o mundo que a tua hora chegou.
Quando se deseja a chegada da manhã do dia seguinte, para que se possa voltar a fumar. Fica mal fumar deitado. Fica mal fumar sem alguém ao lado, sem nada antes ou depois. Fica mal dormir assim.
Entra o piano. Entram as variações. Entram os coros roucos de um homem só.
Entra a disciplina.
Chega agora toda a sabedoria como um relâmpago.
Eu podia ter ido contigo
Eu podia ter acreditado mais
Eu podia ter aceite tudo como tudo era.
As paredes caem por cima do segundo, foi eternamente o segundo, julgava vencer mas sempre se enganou.
E os coros de novo, as cortinas a rebentar, os quadros a pintarem-se sozinhos, a loucura nas paredes.
Deixaste marcas em tudo o que era meu.
Não vais misturar mais nada, personagem principal. Não vais ser mais o outro. Não terás mais nada a não ser fome.
Quando os outros dizem não desistas, tu és grande. As paredes que se encontram só te porão no ar, as aranhas que chegarem não trarão mais que a sorte. Serás o Ziggy dos tempos que correm, levarás tudo mais longe que as consequências.
Estás velho para escolhas, já só esperas as canções. A solidão chegou a cavalgar como um eléctrico à chuva, a levantar a água e o vento, com raios e relâmpagos de luz, com néons coloridos por todos os lados. A avisar o mundo que a tua hora chegou.
Quando se deseja a chegada da manhã do dia seguinte, para que se possa voltar a fumar. Fica mal fumar deitado. Fica mal fumar sem alguém ao lado, sem nada antes ou depois. Fica mal dormir assim.
Entra o piano. Entram as variações. Entram os coros roucos de um homem só.
Entra a disciplina.
Chega agora toda a sabedoria como um relâmpago.
Eu podia ter ido contigo
Eu podia ter acreditado mais
Eu podia ter aceite tudo como tudo era.
As paredes caem por cima do segundo, foi eternamente o segundo, julgava vencer mas sempre se enganou.
E os coros de novo, as cortinas a rebentar, os quadros a pintarem-se sozinhos, a loucura nas paredes.
Deixaste marcas em tudo o que era meu.
Não vais misturar mais nada, personagem principal. Não vais ser mais o outro. Não terás mais nada a não ser fome.

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